Os lábios de Laila ansiavam pelos lábios de Alan, que ardia em chamas, aumentavam a cada toque.
_Meu doce amor. – dizia Alan- Eu te amo Laila, você é minha por toda a eternidade. – aquelas palavras ascendiam os mais profundos desejos de Laila, fazendo-a beijá-lo com mais ardor.
_Estou sentindo uma sensação que nunca senti antes. – diz ela
_Quero-a como jamais quis outra mulher em toda minha vida. – palavras entre beijos e carinhos mais intensos e ávidos.
Quando amanheceu Laila sentiu dois braços fortes apertando-a contra si dizendo:
_Bom dia meu sonho. – disse com um sorriso que Laila adorava ver.
_Sonho? Eu pensei que tivesse sido bem real.
_E foi meu amor, foi maravilhosa a nossa realidade. – ele beija a ponta do nariz dela dizendo: - Vou buscar um pouco de chá ou café para nós.
_Obrigada amor!
Assim que ele saiu Laila percebeu que o tinha chamado de amor, “como posso amá-lo se o conheci apenas há dois dias atrás?” pensava “Mas o que sinto é tão forte que acho que o amo há muito tempo, deve ser tão forte como a sensação que este lugar me transmite.”
Sabia que era aquela sensação que sempre buscara a vida toda e só agora encontrou nos braços daquele homem que não podia ser desconhecido, pois ele a completava em todos os sentidos e só agora conhecera.
Alan volta com duas xícaras de chá que achou melhor não perguntar do que era feito, o gosto era bom e doce, comeu frutas típicas da região.
_Gostou? – perguntou Alan sentado ao lado dela.
_Eu gosto de tudo....
_Digo da noite passada.
Laila olha para ele chegando perto do seu rosto para dizer:
_Se eu ficar falando sobre todas as sensações que você provocou em mim, vai ficar muito convencido. – disse beijando-o nos lábios, ele sorria agradecido – Sabe que eu adoro o seu sorriso.
_O meu sorriso?
_É, ele é lindo, eu adoro vê-lo sorrir assim, como esta agora.
_Não me tente porque hoje eu tenho muito que fazer, quero guardar um pouco da minha força para mais tarde.
Laila vestia-se depois do banho, colocava uma calça jeans e uma camiseta branca, pegou o chapéu e o óculos escuro saindo do quarto. Alan estava parado encostado a uma arvore olhando as crianças brincando, ela chega por trás dele abraçando-o, ele a puxa para frente conchegando-a em seus braços. “Que escuridão é essa meu Deus.” Dizia Laila caindo no profundo silencio de sua mente.